
Juros elevados pressionam sistemas financeiro, de seguros e previdência; perspectiva de alívio só em 2027
Juros nominais de cerca de 14% e reais perto de 9% mantêm crédito caro e inadimplência elevada. Bancos seguem lucrativos, mas com maior provisão; previdência aberta teve captação líquida em queda; seguros e planos de saúde apresentam comportamento distinto.
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